Boa noite, queridos leitores inexistentes! Este post marca o início de uma nova série de textos em forma de diário, levando consigo o assunto "Holy Cow", que é (calma aí que essa frase tem que ser dita com ênfase) minha nova banda. Que, milagrosamente, está dando muito certo.
Atualmente, tivemos dois ensaios pra valer, um ensaio-teste, uma mudança de local de ensaio (da casa pro porão) e algumas rodinhas de conversa, videogames, filmes e risadeiras. Temos uma camiseta feita em stencil e virada do avesso, um festival agendado (pro qual nem nos inscrevemos) e nenhum pedestal pro microfone.
Temos alguns cabos meio tortos, umas baquetas quebradas, umas caixas de som que fazem barulho de ar condicionado, canos de água, nenhum banheiro e uns planos pra um quem-sabe-futuro-sofá-feito-à-mão. Temos umas garrafas de Taimbé (e nos arrependemos de morte por isso), garrafas de Coca vazias pra todo lado e até uns pastéis pelos cantos.
Além disso, temos duas músicas prontas e quase perfeitas (só falta uma vocalista que saiba cantar), umas composições que dão vontade de chorar rindo, recordes de competição de arrotos e a caneca da irmã do Johnny cheia de gelo e cheiro de álcool.
Temos um cabelo vermelho, os spikes estupradores, o cara que não pode beber e a guria do adesivo do Superman. E somos uma mistura de metal, punk, otaku, nerd, geek, gamer, indie, ska e milhares de coisas mais que se pode imaginar pra se criar um estilo musical completamente freak.
Um, dois, três, quatro, are you ready to be liberated?
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