Páginas

22 de fevereiro de 2012

So real i could taste it...

Baby, i've been here before, i've seen this room and i've walked this floor. You know, i used to live alone before i knew ya.

Eu queria te dizer mais uma coisa, apenas. Sei que você já ouviu desculpas suficientes vindas de mim, sei que nada do que eu falar vai mudar o que você pensa agora. Mas sabe, toda vez que eu lembro sequer da cor dos seus olhos, eu os imagino dentro dos meus novamente.

Aqui dentro eu tenho comigo um desejo sequer. Cada dia, quando acordo, és o meu primeiro pensamento. Pudera, tal a importância que representas pra mim. 

Não espero, de forma alguma, que esse seja o fim. Não penso em me recuperar, não penso em tentar deixar de lado o que você significa pra mim. E, eu te prometo que, se eu tiver essa chance de fazer todas as coisas serem diferentes, assim o farei. 

Jamais esperei de mim mesma que um dia fosse lutar tanto por alguém, pois nunca imaginei que precisasse tanto manter esse sentimento aqui dentro pra me completar. Quis fazer algo dar certo, mas sabe, é como eu já te disse... eu era um bebê. 

Que agora já não mais o sou.

Hoje é diferente. Hoje eu aprendi que não há uma condição ou uma necessidade pra o que tu desperta em mim. "It is what it is", certo? Pra ti, pode haver uma condição, mas eu já vi que não tem como me restringir disso aqui. E é por isso, querida. Por isso eu continuo lutando.

E continuarei, todos os dias, destruindo meus monstros, matando minha covardia. Até que eu seja capaz de colocar em prática minha última tentativa e, finalmente, conquistar o que eu mais quero. 

Porque, sabe, é ruim demais ter que cantar suas próprias músicas e as letras te fazerem chorar como um bebê. É ruim demais o sentimento de não poder te abraçar o tempo todo, é ruim sentir falta das risadas que dávamos juntas, a forma como eu sempre te fazia rir, as piadas que você sempre fazia.

Eu sorrio. Cada vez que me lembro de tudo isso, eu sorrio. Até eu lembrar que não tenho mais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário