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29 de agosto de 2011

Eros, eros...

You don't know what love is, you just do as you're told.

Como já disse Jack White, você não sabe o que é amor, você só faz como te dizem... e somos todos assim. Alguém um dia definiu o amor. Talvez fora, esse, o maior erro do ser humano. Sentimentos são coisas abstratas, ou seja, não podem ser definidas. E essa definição causa expectativas. E como causa!

Apesar de doloroso, apesar de todas as pistas que esse sentimento nos dá pra sabermos que é "amor", insistimos em nos enganar. Confundimos pequenas paixões com grandes amores. Quebramos a cara e alguns corações. E não aprendemos. 

Porque nos dizem que o amor deve ser isso e aquilo, o rotulam. E nós vamos em busca do que está escrito no rótulo pra preenchermos esse lado do coração. Quando foge do rótulo, negamos até que as circunstâncias não mais nos permitam. E como isso nos afeta, não? Amor Eros.

Maldito amor. Ele se mascara, ele disfarça, mas quando aparece, explode. E todas as alegrias explodem com ele. Às vezes o amor se mostra só aos não orgulhosos, às vezes, aos mais sortudos. Porque talvez só aquele que é feliz por completo conseguiu atingir esse sentimento e fazê-lo imortal.

Quem sabe, esse, Eros, quem sabe, aquele. Vale lembrar, Eros não permite escolhas. Não é rígido e gosta de escolher quem menos nos agrada, pois é, também, quem menos esperamos. Eros é cruel.

Ah, Eros.

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