Lembro da primeira vez que falamos. Era domingo, dia primeiro de maio. Noite. Depois daquele dia, nunca esqueci de você. Na verdade, não consegui lembrar de nada além disso.
Talvez você não saiba, mas meu coração sempre esteve com você. Depois daquele momento, daquelas conversas, já não era mais meu. Agora posso dizer "choro quando ela chora, sorrio quando ela sorri". E você tem chorado.
Cada vez que você chora, eu choro.
Aquela sua velha paixão não me incomodava tanto quando te fazia sorrir. Agora, é como se eu precisasse fazer de tudo pra me tornar essa paixão. Porque eu faria o possível e impossível pra te ver feliz, eu pararia de respirar, se assim você precisasse.
Quando eu digo que daria o mundo pra você, não significa que eu te daria tudo, materialmente. Significa que o MEU mundo, é seu. Fico tão mais feliz quando sei que estou te fazendo sorrir...
E, em virtude de toda essa coisa que eu guardo na minha mente, todas as vezes que você me conta seus problemas, cada conselho que eu procuro pra te dar, é o melhor conselho que eu poderia dar. Escolho minhas palavras com cuidado, enquanto estou destruída por dentro.
Sinto falta de ti. Uma falta que eu não deveria sentir. Sinto vontade de te abraçar, de te segurar. E eu nunca fui tão breve em dizer pra alguém o que sentia. Talvez seja porque dessa vez, é impossível explicar. Só sei que é forte, dói. E, com você, meu mundo ficaria completo.
Então, assim, você deixaria que eu fosse quem te faz feliz? Pelo resto da tua vida, eu tomaria tuas feridas pra mim, eu as curaria, eu cuidaria do teu coração, porque eu me apaixonei por ele.
Durante toda minha vida. E depois dela.
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