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17 de julho de 2011

Indiferença

Nunca andei e já cansei
Cansei dos preconceitos
Quero os imperfeitos

Fujo da ignorância
Ela é contagiosa
Venenosa
Perigosa
Destrói a mais bela flor
Tornando-a invejosa
medrosa

Medo do diferente?
Não.
Eu tenho medo do indiferente.
Pra ele tanto faz, tanto fez
Quanta insensatez!
Se os muros têm ouvidos,
seus ouvidos têm muros
E essa indiferença só começa
quando acaba a consciência.

(muita gente vai se enfurecer com esse poema. Que se foda. É pra causar uma reação mesmo!)

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